Como uma brisa que vai
Como o vento que sopra
Como a chuva que cai
Como o relâmpago que dobra
A noite finalmente chora
Olhando o poeta que sangra
...
E o que é.... o poeta?
Será aquele que vê
Os dois lados de uma moeda?
Ou será aquele que crê
No som que soa da trombeta?
Será o sussurro que vem do coração?
Ou será os gritos na escuridão?
Enquanto a duvida sopra
A noite escura vem e chora
Sentindo o poeta que sangra
...
Ouvir os sons do sentimento
E ver as linhas de lamento
Sentir as lágrimas descendo
Rápidas o vento que vem correndo
Ouvir a chuva que cai lentamente
Como a dor da tristeza que vem crescente
Como a noite que cai la fora
Como a lua que chora
É assim... o poeta que sangra
...
Como ouvir esta melodia
Da decadência da alegria
Mesmo assim sentir o som que contagia
Que penetra a alma com energia
Com notas e harmonia
É assim o som deste lamento
Que vem cheio de sentimento
Que não percebe os pensamentos
Por trás de olhos cinzentos
É como parar de dançar
Em meio a noite de luar
Pois sabe que o vento que sopra
Anuncia a dor do poeta que sangra.
Autor: Felipe Lopes
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domingo, 30 de outubro de 2011
Vazio
E nessa longa estrada
De sonhos repartidos
Caminhos sofridos
Espinhos doídos
...
Enquanto a estrada continua
No profundo da dor crua
Iluminado pelo brilho da lua
Fingindo ter alma pura
...
Eu percorro meus pensamentos
Buscando pedaços de sentimentos
Mas por mais que vasculhe com entendimento
Só posso encontrar meus lamentos
E quando olho para cima
Só vejo o céu cinzento
...
Me ajoelho neste chão
Coberto por cortinas sem compaixão
Buscando encontrar meu perdão
Mas não consigo ver meu coração
Antes aqui tinha uma grande paixão
E agora só sobrou escuridão
...
Eu fecho os meus olhos... cansado
Pois não quero encarar meu passado
Por trás dessas cortinas sinto um calafrio
E faço uma ultima busca pelo meu coração frio
Mas quando abro suas portas
Só consigo encontrar um vazio.
Autor: Felipe Lopes
De sonhos repartidos
Caminhos sofridos
Espinhos doídos
...
Enquanto a estrada continua
No profundo da dor crua
Iluminado pelo brilho da lua
Fingindo ter alma pura
...
Eu percorro meus pensamentos
Buscando pedaços de sentimentos
Mas por mais que vasculhe com entendimento
Só posso encontrar meus lamentos
E quando olho para cima
Só vejo o céu cinzento
...
Me ajoelho neste chão
Coberto por cortinas sem compaixão
Buscando encontrar meu perdão
Mas não consigo ver meu coração
Antes aqui tinha uma grande paixão
E agora só sobrou escuridão
...
Eu fecho os meus olhos... cansado
Pois não quero encarar meu passado
Por trás dessas cortinas sinto um calafrio
E faço uma ultima busca pelo meu coração frio
Mas quando abro suas portas
Só consigo encontrar um vazio.
Autor: Felipe Lopes
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
Em teus braços
Esta noite é noite de lua
Que sempre está a me encantar
Quando a luz está a iluminar
E no meu quarto escuro a brilhar
Ao sabor da luz do luar
...
Eu vejo tuas curvas
E nesta noite de lua
Serei o seu barco a navegar
Por entre os seus pensamentos estar
E refletindo a luz do teu olhar
Eu te vejo toda nua
Iluminada pela luz pura
Nesta noite de lua
...
Esta é uma noite de luar
E meu desejo está
Em te navegar
E pelas curvas do teu corpo... explorar
E junto a ti... eu quero estar
Desvendando os mistérios
Do brilho do teu olhar
...
Mas essa noite na escuridão
Te faço perder a respiração
Pois penetro na tua emoção
E te tiro toda razão
E encanto teu coração
Pois tu está totalmente envolvida
Nesta louca paixão.
Autor: Felipe Lopes
terça-feira, 25 de outubro de 2011
Noite de luar
Esta noite eu tive um sonho
Um sonho passageiro
Que me levou em um caminho
Era uma noite de luar
De brilho intenso
Era um caminho silencioso
Exalava o perfume de flores
Mas não reconheci qual era
O céu estava brilhante
Vestido em estrelas prateadas
...
Esta noite eu tive um sonho
Onde via uma bela mulher a caminhar
Em seu caminho passeava devagar
Como se estivesse a dançar
Sua pele branca
Era banhada pela luz do luar
E seu semblante tão fascinante
Se tornava intenso e tão radiante
Como a estrela mais brilhante
...
Esta noite eu tive um sonho
Um sonho de menino
Um sonho de homem formado
Que sente a brisa suave no rosto
Neste sonho a encontrava
Caminhando descalça na grama
Sendo iluminada pela luz da lua
E sua pele branca era tão bela
E seus lábios vermelhos tão penetrantes
Seu olhar era brilhante
Mas os seus olhos eram sérios
E me diziam que escondiam mistérios
Toquei em sua mão
E senti seu calor
Correndo junto ao meu calor
Senti teu semblante perto
Mas senti teu coração relutando
...
Esta noite é noite de luar
Onde encontrei minha princesa a caminhar
Descalça na grama... quase a dançar
Com olhar sério e penetrante
De rosto fascinante
E seu semblante sério
Escondendo o mistério
De ser a delicia de ser quem é
Entre os altos e baixos
Nos dias de solidão
E nos outros de emoção
Dentro da batida forte de seu coração
Quando não há explicação
Pra achar o final desta canção
...
Esta noite eu tive um sonho
Sonhei com noite de lua no céu
Sonhei com noite de estrelas brilhantes
Sonhei uma noite fascinante
Sonhei com as profundezas do teu semblante.
Autor: Felipe Lopes
Um sonho passageiro
Que me levou em um caminho
Era uma noite de luar
De brilho intenso
Era um caminho silencioso
Exalava o perfume de flores
Mas não reconheci qual era
O céu estava brilhante
Vestido em estrelas prateadas
...
Esta noite eu tive um sonho
Onde via uma bela mulher a caminhar
Em seu caminho passeava devagar
Como se estivesse a dançar
Sua pele branca
Era banhada pela luz do luar
E seu semblante tão fascinante
Se tornava intenso e tão radiante
Como a estrela mais brilhante
...
Esta noite eu tive um sonho
Um sonho de menino
Um sonho de homem formado
Que sente a brisa suave no rosto
Neste sonho a encontrava
Caminhando descalça na grama
Sendo iluminada pela luz da lua
E sua pele branca era tão bela
E seus lábios vermelhos tão penetrantes
Seu olhar era brilhante
Mas os seus olhos eram sérios
E me diziam que escondiam mistérios
Toquei em sua mão
E senti seu calor
Correndo junto ao meu calor
Senti teu semblante perto
Mas senti teu coração relutando
...
Esta noite é noite de luar
Onde encontrei minha princesa a caminhar
Descalça na grama... quase a dançar
Com olhar sério e penetrante
De rosto fascinante
E seu semblante sério
Escondendo o mistério
De ser a delicia de ser quem é
Entre os altos e baixos
Nos dias de solidão
E nos outros de emoção
Dentro da batida forte de seu coração
Quando não há explicação
Pra achar o final desta canção
...
Esta noite eu tive um sonho
Sonhei com noite de lua no céu
Sonhei com noite de estrelas brilhantes
Sonhei uma noite fascinante
Sonhei com as profundezas do teu semblante.
Autor: Felipe Lopes
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
Teu sorriso
Fecho meus olhos
Querendo te encontrar
Nos mais profundos sonhos
No recanto do meu coração
Ouvindo o som da minha respiração
Vejo teu rosto tão fascinante
Vejo teu olhar... tão cintilante
Percorro teu rosto brilhante
Até que contemplo em silencio
Os traços do teu rosto a brilhar
Vejo o teu sorriso a me encantar
...
Quando fecho meus olhos
Posso te encontrar em meus sonhos
Olhar as curvas do teu corpo
Sentir o som da sua respiração
E cada vez mais e mais perto
Ouço as batidas do meu coração
Quando te sinto chegar perto
Mesmo que seja neste quarto
Em noite de escuridão
...
Tu é bela como a noite radiante
E tua essência sempre tão fascinante
Desperta meus sonhos distantes
E me sinto como um viajante
Quando paro para apreciar
Teu sorriso tão brilhante
Que desperta minha alegria
Como uma canção
Que entra em sintonia
E nas batidas do meu coração
Entra em harmonia
Como uma verdadeira melodia
...
Quando fecho os meus olhos
É porque quero te encontrar
E o seu corpo... abraçar
E me perder no teu olhar
Como se estivesse a me guiar
Para dentro de ti... eu quero ficar
E no teu sorriso... me encantar
Até o sol raiar.
Autor: Felipe Lopes
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
O Vale dos Mortos
Sejam bem vindos
Bem aventurados
Que tanto se arriscam
Por terras desconhecidas
Fiquem a vontade
Neste espetáculo para começar
Dentro da sombra da noite
Um reino sem um rei
Que um dia destruido foi
Que um dia derrotado foi
Sejam bem vindos
Neste vale de silencio e barulho
Neste vale de treva e luz
Sejam bem vindos
Ao vale dos mortos
Por muito tempo
Eu não abri estes portões
Com medo deste som
Entre brisa do vento
E silencio da noite
Sejam bem vindos
Ao vale que foi reino
Que houve canto e festa
Que houve guerreiros e heróis
Bem vindo ao reino
Que pertenceu aos lobos
Bem vindo ao reino
Que os lobos foram derrotados
Um clarim... um relampago
E dragões vieram
E queimaram castelos
E deixaram apenas a lembrança
De um reino de lobos guerreiros
Bem vindos ao vale dos mortos
Onde os portões foram abertos
Pelo ultimo lobo dessa linhagem
Pelo ultimo senhor dos lobos
Bem vindos ao lar da saudade
Ao lar que abrigou o amor
Ao lar onde canções foram cantadas
Bem vindos ao vale dos mortos.
Autor: Felipe Lopes
Retirado da minha página do Recanto das Letras:
http://www.recantodasletras.com.br/autores/lobo123
Bem aventurados
Que tanto se arriscam
Por terras desconhecidas
Fiquem a vontade
Neste espetáculo para começar
Dentro da sombra da noite
Um reino sem um rei
Que um dia destruido foi
Que um dia derrotado foi
Sejam bem vindos
Neste vale de silencio e barulho
Neste vale de treva e luz
Sejam bem vindos
Ao vale dos mortos
Por muito tempo
Eu não abri estes portões
Com medo deste som
Entre brisa do vento
E silencio da noite
Sejam bem vindos
Ao vale que foi reino
Que houve canto e festa
Que houve guerreiros e heróis
Bem vindo ao reino
Que pertenceu aos lobos
Bem vindo ao reino
Que os lobos foram derrotados
Um clarim... um relampago
E dragões vieram
E queimaram castelos
E deixaram apenas a lembrança
De um reino de lobos guerreiros
Bem vindos ao vale dos mortos
Onde os portões foram abertos
Pelo ultimo lobo dessa linhagem
Pelo ultimo senhor dos lobos
Bem vindos ao lar da saudade
Ao lar que abrigou o amor
Ao lar onde canções foram cantadas
Bem vindos ao vale dos mortos.
Autor: Felipe Lopes
Retirado da minha página do Recanto das Letras:
http://www.recantodasletras.com.br/autores/lobo123
domingo, 16 de outubro de 2011
Neste quarto escuro
Neste quarto escuro
Encontro a sombra do teu corpo
Estás deitada em tua cama
Apenas sendo iluminada
Pela chama de uma vela
Que contorna as linhas de teu corpo
E atrai meus olhos
Para junto a ti
...
Deito-me ao teu lado
Te olhando nos olhos
Toco-lhe o rosto
E sentindo teu sorriso
Ouço tua voz em um sussurro
Chamando meu nome
No meio da noite
Chamando meu nome
...
Neste quarto escuro
Tu sente o calor de meu corpo
E o toque de minhas mãos
Percorrendo e conhecendo
Todos os teus anseios
Todos os teus suspiros
E mais uma vez te olho nos olhos
Te envolvo no calor do meu abraço
E não suportando mais o desejo
Nos teus labios eu sacio minha vontade
Vontade de te querer
De sentir a sua fome
Fome de ter o meu corpo
Desejo de entregar
Ao meu delirio
...
Neste quarto escuro
Iluminado pela chama de uma vela
Eu possuí teu corpo em meu desejo
E tu possuiu meu corpo em teu delirio
Até que juntos nos encontramos
Em um abraço
Até que tu adormeceste em meus braços
E eu adormeci em teus sonhos
Na luz da chama de uma vela
Dentro deste quarto escuro.
Autor: Felipe Lopes
Visitem meu endereço no recanto das letras:
http://www.recantodasletras.com.br/autores/lobo123
Encontro a sombra do teu corpo
Estás deitada em tua cama
Apenas sendo iluminada
Pela chama de uma vela
Que contorna as linhas de teu corpo
E atrai meus olhos
Para junto a ti
...
Deito-me ao teu lado
Te olhando nos olhos
Toco-lhe o rosto
E sentindo teu sorriso
Ouço tua voz em um sussurro
Chamando meu nome
No meio da noite
Chamando meu nome
...
Neste quarto escuro
Tu sente o calor de meu corpo
E o toque de minhas mãos
Percorrendo e conhecendo
Todos os teus anseios
Todos os teus suspiros
E mais uma vez te olho nos olhos
Te envolvo no calor do meu abraço
E não suportando mais o desejo
Nos teus labios eu sacio minha vontade
Vontade de te querer
De sentir a sua fome
Fome de ter o meu corpo
Desejo de entregar
Ao meu delirio
...
Neste quarto escuro
Iluminado pela chama de uma vela
Eu possuí teu corpo em meu desejo
E tu possuiu meu corpo em teu delirio
Até que juntos nos encontramos
Em um abraço
Até que tu adormeceste em meus braços
E eu adormeci em teus sonhos
Na luz da chama de uma vela
Dentro deste quarto escuro.
Autor: Felipe Lopes
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