Como um sopro de emoção
Sussurro dentro da escuridão
Para longe voar... crio asas
Asas do coração
Para ir para longe
Longe e sem direção
...
Leve como uma brisa suave
vou seguindo
Acompanhando as linhas
Desta canção
Que me enche de emoção
São sussurros do coração
Que me alegram
Sem explicação
...
O céu se limpa nos meus pensamentos
Eu sei que acabaram
Meus lamentos
Talvez fosse pressentimento
Ou então encontrei algo
Que aqueceu os meus sentimentos
Já não sinto mais ressentimento
Sinto apenas que chegou
Este momento
E que passou... o tempo
...
Como um sopro de emoção
Ja não me incomoda a escuridão
Nem os sussurros ao silencio
Pois dentro de mim
Esta é a verdade
No final da canção
Encotrei as asas do coração.
Autor: Felipe Lopes
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quarta-feira, 9 de abril de 2014
Prisão
Silêncio dentro da escuridão
Palavras para confortar
Um coração
Talvez seja o empurrão
Que seja preciso
Com toda emoção
Como um sussurro no meio do nada
Sem explicação
...
La fora percebo que chove
Enquanto eu observo
Os pingos caindo com simplicidade
Mas contendo força e intensidade
Dentro do meu coração
Eu desejo
Estar la fora sem precaução
Fazer parte daquela chuva... de verdade
Ter minha simplicidade
E principalmente
Ter minha liberdade
...
Enquanto a chuva cai
Sei que estou numa prisão
Prisão sem cela, isto é certo
Mas dentro da escuridão
Que está dentro do meu coração
Sei de toda a verdade
Não poderei gritar em sinceridade
Enquanto não tiver de volta
Toda minha liberdade
...
Aos poucos a chuva vai parando
E os meus pensamentos
Vão clareando
Lentamente é verdade
Mas sei que parece uma eternidade
Aqui dentro do meu coração
Já tenho força
Para sair desta prisão.
Autor: Felipe Lopes
Palavras para confortar
Um coração
Talvez seja o empurrão
Que seja preciso
Com toda emoção
Como um sussurro no meio do nada
Sem explicação
...
La fora percebo que chove
Enquanto eu observo
Os pingos caindo com simplicidade
Mas contendo força e intensidade
Dentro do meu coração
Eu desejo
Estar la fora sem precaução
Fazer parte daquela chuva... de verdade
Ter minha simplicidade
E principalmente
Ter minha liberdade
...
Enquanto a chuva cai
Sei que estou numa prisão
Prisão sem cela, isto é certo
Mas dentro da escuridão
Que está dentro do meu coração
Sei de toda a verdade
Não poderei gritar em sinceridade
Enquanto não tiver de volta
Toda minha liberdade
...
Aos poucos a chuva vai parando
E os meus pensamentos
Vão clareando
Lentamente é verdade
Mas sei que parece uma eternidade
Aqui dentro do meu coração
Já tenho força
Para sair desta prisão.
Autor: Felipe Lopes
Perdido
Os dias passam lentamente
Ainda fecho os meus olhos
Calmamente
E continuo a ver os fantasmas
Que permanecem insistentemente
Querendo rondar meus pensamentos
Já os conheço bem
São fantasmas dos meus sentimentos
E rondam... me assombram
E me assolam... me roubam
E me prendem
Sem fazer sentido
Me deixam perdido
...
A noite que chega tão calma
Tão silenciosa como um sussurro
E eu posso ouvir a voz
De todos os meus pensamentos
Sim eu sei...
Não passam de lamentos
Todos jogados ao vento
A noite tão calma
É noite fria
Dentro do vazio
Da minha alma
...
No fundo destes caminhos
Que ja me são tão vazios
Mesmo que não faça sentido
E mesmo que eu me sinta perdido
Eu sinto... bem la no fundo
Eu sinto...
Eu ouço... bem la no fundo
Eu ouço um som
Talvez sejam sussurros
Talvez apenas o lamento
Ou talvez um pressentimento
Ou talvez apenas o som de meus passos
Percorrendo esquinas
Passeando por ruas vazias
Sem destino...
Sem sentido...
Perdido.
Autor: Felipe Lopes
Ainda fecho os meus olhos
Calmamente
E continuo a ver os fantasmas
Que permanecem insistentemente
Querendo rondar meus pensamentos
Já os conheço bem
São fantasmas dos meus sentimentos
E rondam... me assombram
E me assolam... me roubam
E me prendem
Sem fazer sentido
Me deixam perdido
...
A noite que chega tão calma
Tão silenciosa como um sussurro
E eu posso ouvir a voz
De todos os meus pensamentos
Sim eu sei...
Não passam de lamentos
Todos jogados ao vento
A noite tão calma
É noite fria
Dentro do vazio
Da minha alma
...
No fundo destes caminhos
Que ja me são tão vazios
Mesmo que não faça sentido
E mesmo que eu me sinta perdido
Eu sinto... bem la no fundo
Eu sinto...
Eu ouço... bem la no fundo
Eu ouço um som
Talvez sejam sussurros
Talvez apenas o lamento
Ou talvez um pressentimento
Ou talvez apenas o som de meus passos
Percorrendo esquinas
Passeando por ruas vazias
Sem destino...
Sem sentido...
Perdido.
Autor: Felipe Lopes
Perda
Como brisa do vento
Chegando de mansinho
Fria e suave
Foi assim que eu vi
Pouco a pouco... eu senti
Quando te perdi
...
As vezes demoramos muito tempo
Também o que seria em si... esse tempo?
Seria apenas um momento?
Ou a luz do pensamento?
Eu não sei
Na hora... eu só senti lamento
Porque enquanto estava envolvido
Em puro sofrimento
Não notei que apenas se passava
O tempo
...
Talvez seja assim
Que eu deveria me sentir
Pois lentamente
Eu te vi partir
Pois calmamente
Eu te vi partir
Pois amargamente
Pude sentir
Meu coração se partir
...
Não posso dizer no que pensei
Não posso afirmar o que senti
Mas enquanto as palavras
Apenas se deixam fluir
Nestas linhas estão o meu sentir
Estão o meu pensar
Estão como foi
Finalmente perceber
Como era te perder.
Autor: Felipe Lopes
Chegando de mansinho
Fria e suave
Foi assim que eu vi
Pouco a pouco... eu senti
Quando te perdi
...
As vezes demoramos muito tempo
Também o que seria em si... esse tempo?
Seria apenas um momento?
Ou a luz do pensamento?
Eu não sei
Na hora... eu só senti lamento
Porque enquanto estava envolvido
Em puro sofrimento
Não notei que apenas se passava
O tempo
...
Talvez seja assim
Que eu deveria me sentir
Pois lentamente
Eu te vi partir
Pois calmamente
Eu te vi partir
Pois amargamente
Pude sentir
Meu coração se partir
...
Não posso dizer no que pensei
Não posso afirmar o que senti
Mas enquanto as palavras
Apenas se deixam fluir
Nestas linhas estão o meu sentir
Estão o meu pensar
Estão como foi
Finalmente perceber
Como era te perder.
Autor: Felipe Lopes
terça-feira, 5 de março de 2013
Vento de Saudade... de saudade que não vai embora
Enquanto a musica se abre lentamente
E a melodia adentra todos os salões
Todos os salões dentro do meu coração
Como um vento que se espalha sem explicação
Como um véu que cobre com exatidão
As paredes pintadas no meu coração
Eu sinto o vento frio invadir
Mas não sei por qual razão
Mas é como perder um a um
Todos os sentidos... na escuridão
...
Enquanto sinto os meus pensamentos
Sei que aos poucos se despedaçam também
Todos os meus sentimentos
Pois tu... ó vento tenebroso
Me traz aos poucos todos os lamentos
E mais uma vez me perco
Por dentro da minha mente
Será que haverão ressentimentos?
Me faço apenas esta pergunta
Dentro dos salões do meu coração
Agora ja mergulhado
Dentro da escuridão
...
Tu é vento da morte?
Lhe pergunto em um sussurro...
Não senhor... me responde o vento
Eu sou vento de saudade
De saudade que não vai embora
Eu sou vento de saudade
Que entra por entre sua verdade
E permanece em sua sinceridade
Eu sou vento de verdade
E pertenço à sua saudade
Ó senhor...
Me responde o vento...
Dentro do salão...
Onde toca a musica... do meu coração
...
Uma saudade tão forte
Como a noite que vai adentrando
Por entre as paisagens...
Por dentro da escuridão
Uma saudade que preenche o meu pensamento
Que fere meu sentimento
Uma saudade... como um vento que a tudo corta
Que por final parte o meu coração
E enquanto o sangue escorre
A musica vai chegando ao fim
Deixando apenas o silencio e o frio
Por dentro dos grandes salões
Do meu coração.
Autor: Felipe Lopes
Palco devastado
Nas esquinas eles anunciaram
Que aconteceria grande espetáculo
Cheio de cores e música
Que duraria através do calor da noite
Eu sei... um verdadeiro espetáculo
Através das cores do palco
Através da noite iluminada
Pelas estrelas daquele céu
Pela noite... sem aquele véu
...
Nas esquinas eles machucavam
Com suas piadas falidas
Mais pareciam contos
Das esperanças iludidas
Ditas ao vento... durante aqueles dias
Dias de tantas idas
Tempos em que as noites
Anunciavam as despedidas...
As despedidas...
...
Nas esquinas eles iludiram
Te prometiam ser tão querido
Mas ao final do espetáculo
Tua fama era um coração partido
Sumindo e apagando
Por entre as vielas sujas
Das ruas daquele teatro
...
E no meio de tanta sujeira
O show devia continuar
Diziam todos eles
Mesmo quando as cortinas fechavam
Os artistas estavam derrotados
Caindo na escuridão
Do próprio coração
Caindo na peridção
Daquele show derrotado
Daquele palco devastado.
Autor: Felipe Lopes
domingo, 6 de janeiro de 2013
O lugar onde quero estar
A noite quando chega devagar
Sim... muito alem do meu olhar
Eu repouso os meus olhos
Dentro do meu pensar
E sei que essa imensa saudade
É forma de ver a verdade
De que é nos teus braços
O lugar onde quero estar
...
Noite que torna cada sentimento
Muito alem de qualquer pensamento
E vejo em cada traço essa saudade
Vem com toda minha intensidade
Não é apenas jogos de vaidade
Nem mesmo falta de sinceridade
Eu sei bem a verdade
É no calor do teu corpo
O lugar onde quero repousar
...
Quanta saudade cabe no coração?
Não se pode responder uma pergunta
Sem que possa ouvir toda canção
Nem mesmo há explicação
Para descrever com exatidão
Até onde vai esta emoção
Apenas sei que a saudade
Tem uma razão com sinceridade
...
Quando a noite chega devagar
Eu sinto o brilho do meu olhar
Iluminando como a luz do luar
Então apenas começo a pensar
Na força da minha saudade
Que é na verdade
A força do meu sentimento
Me mostrando que é
Dentro do seu coração
O lugar que sempre quero estar.
Autor: Felipe Lopes
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