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terça-feira, 5 de março de 2013
Palco devastado
Nas esquinas eles anunciaram
Que aconteceria grande espetáculo
Cheio de cores e música
Que duraria através do calor da noite
Eu sei... um verdadeiro espetáculo
Através das cores do palco
Através da noite iluminada
Pelas estrelas daquele céu
Pela noite... sem aquele véu
...
Nas esquinas eles machucavam
Com suas piadas falidas
Mais pareciam contos
Das esperanças iludidas
Ditas ao vento... durante aqueles dias
Dias de tantas idas
Tempos em que as noites
Anunciavam as despedidas...
As despedidas...
...
Nas esquinas eles iludiram
Te prometiam ser tão querido
Mas ao final do espetáculo
Tua fama era um coração partido
Sumindo e apagando
Por entre as vielas sujas
Das ruas daquele teatro
...
E no meio de tanta sujeira
O show devia continuar
Diziam todos eles
Mesmo quando as cortinas fechavam
Os artistas estavam derrotados
Caindo na escuridão
Do próprio coração
Caindo na peridção
Daquele show derrotado
Daquele palco devastado.
Autor: Felipe Lopes
domingo, 6 de janeiro de 2013
O lugar onde quero estar
A noite quando chega devagar
Sim... muito alem do meu olhar
Eu repouso os meus olhos
Dentro do meu pensar
E sei que essa imensa saudade
É forma de ver a verdade
De que é nos teus braços
O lugar onde quero estar
...
Noite que torna cada sentimento
Muito alem de qualquer pensamento
E vejo em cada traço essa saudade
Vem com toda minha intensidade
Não é apenas jogos de vaidade
Nem mesmo falta de sinceridade
Eu sei bem a verdade
É no calor do teu corpo
O lugar onde quero repousar
...
Quanta saudade cabe no coração?
Não se pode responder uma pergunta
Sem que possa ouvir toda canção
Nem mesmo há explicação
Para descrever com exatidão
Até onde vai esta emoção
Apenas sei que a saudade
Tem uma razão com sinceridade
...
Quando a noite chega devagar
Eu sinto o brilho do meu olhar
Iluminando como a luz do luar
Então apenas começo a pensar
Na força da minha saudade
Que é na verdade
A força do meu sentimento
Me mostrando que é
Dentro do seu coração
O lugar que sempre quero estar.
Autor: Felipe Lopes
sexta-feira, 28 de dezembro de 2012
Loucura... é a base...
Eu sou um lobo...
Talvez viaje nos meus sonhos
Enquanto vejo metade
De uma garrafa de whisky
Que lentamente vai se acabando
Junto aos sentimentos sonhados
Eu sou um lobo
Talvez apenas um viajande de sonhos
Equanto estes não estão desmoronando
...
Hei... eu digo
E bebo mais uma dose do jack
Puro sem gelo... talvez alucinante
Me faz pensar na saudade angustiante
De um passado que não volta mais
É como uma estrela outrora brilhante
Que não brilha mais...
Talvez seja visão bebada que eu tenho
Pois mais um gole se foi
Junto à comapanhia do jack
Junto à companhia...
Deste ar de escuridão
Que invade neste momento... o meu coração...
...
Lentamente eu vejo...
Como um sonho dourado de um pôr do sol
Sinceramente... eu mal olho para o céu
Meu coração em silêncio... se perde
Eu sei... eu tenho que continuar
Mas sei... que a noite será de luar
Terei que superar... sim terei
Que superar o passado passar
Bem devagar...
E através da luz do luar
Sentir o reflexo do meu olhar
E perceber que tudo lentamente...
Está a desmoronar...
...
Noite... é o sonho dos imortais
Que vivem através dos portais
Seja pela chama do momento
Ou pelo fogo que nunca se apaga
É como o olhar que pode ser visto
Através da chama daqueles
Que se chamam imortais
Eu sou um lobo... apenas um lobo
Um viajante...
Através da chama dos amantes...
Enquanto bebo o meu whisky percebo
Vagarosamente se acaba...
Como a musica que finda
Dentro dos palácios da minha alma
...
Eu sou um lobo...
Talvez viaje pelos sonhos...
Ou até mesmo os mundos
Talvez eu veja o seu rosto refletido
Através dos olhos
Dos olhos dos imortais
Enquanto lentamente saboreio
A ultima dose da companhia do jack
O ultimo refrão desta canção
Que preenche lentamente
Os caminhos do meu coração...
Autor: Felipe Lopes
Talvez viaje nos meus sonhos
Enquanto vejo metade
De uma garrafa de whisky
Que lentamente vai se acabando
Junto aos sentimentos sonhados
Eu sou um lobo
Talvez apenas um viajande de sonhos
Equanto estes não estão desmoronando
...
Hei... eu digo
E bebo mais uma dose do jack
Puro sem gelo... talvez alucinante
Me faz pensar na saudade angustiante
De um passado que não volta mais
É como uma estrela outrora brilhante
Que não brilha mais...
Talvez seja visão bebada que eu tenho
Pois mais um gole se foi
Junto à comapanhia do jack
Junto à companhia...
Deste ar de escuridão
Que invade neste momento... o meu coração...
...
Lentamente eu vejo...
Como um sonho dourado de um pôr do sol
Sinceramente... eu mal olho para o céu
Meu coração em silêncio... se perde
Eu sei... eu tenho que continuar
Mas sei... que a noite será de luar
Terei que superar... sim terei
Que superar o passado passar
Bem devagar...
E através da luz do luar
Sentir o reflexo do meu olhar
E perceber que tudo lentamente...
Está a desmoronar...
...
Noite... é o sonho dos imortais
Que vivem através dos portais
Seja pela chama do momento
Ou pelo fogo que nunca se apaga
É como o olhar que pode ser visto
Através da chama daqueles
Que se chamam imortais
Eu sou um lobo... apenas um lobo
Um viajante...
Através da chama dos amantes...
Enquanto bebo o meu whisky percebo
Vagarosamente se acaba...
Como a musica que finda
Dentro dos palácios da minha alma
...
Eu sou um lobo...
Talvez viaje pelos sonhos...
Ou até mesmo os mundos
Talvez eu veja o seu rosto refletido
Através dos olhos
Dos olhos dos imortais
Enquanto lentamente saboreio
A ultima dose da companhia do jack
O ultimo refrão desta canção
Que preenche lentamente
Os caminhos do meu coração...
Autor: Felipe Lopes
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
Clara como a luz da lua
A clara luz do teu olhar
Faz minha alma alegrar
Como a luz do sol a iluminar
A noite escura que encobre
Todo este pesar
Os meus dias são lentos
Invadindo meus pensamentos
Machucando meus sentimentos
E então quando olho em teus olhos
Sinto dentro do meu olhar
A minha propria alma se alegrar
Como na maior escuridão
Tua luz a me iluminar
...
Tu que é tão bela
Como uma noite de luar
Está sempre a me encantar
E tua presença sempre a me alegrar
Sinto minha alma
Mais uma vez a cantar
Canções da brisa do vento
Que o tempo não pode apagar
Tu que é tão bela
Tua pele tão clara como a lua
Teu sorriso tão profundo
Como o tempo que não vai embora
...
Tu é como uma canção
Que alegra meu coração
Eu digo a ti... minha paixão
Com toda minha emoção
Tu é a luz dentro da escuridão
A intensidade profunda na imensidão
Tu é o brilho no meu olhar
Que sempre vem a me encantar
Quem sempre me perco ao abraçar
Sentindo tua presença pura
Me envolvo nos caminhos
De sua pele...
Clara como a luz da lua.
Autor: Felipe Lopes
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
Caminho do meu olhar
Eu percorro as ruas dos meus olhos
Procurando a luz na escuridão
Tentando encontrar uma explicação
Mas apenas encontro ilusão
Tateando nas paredes do meu coração
Buscando por uma razão
Mas apenas encontra a solidão
Nem mesmo uma fagulha de emoção
...
Mantendo meus olhos fechados
Apenas tentando encontrar
O caminho por dentro do meu olhar
Sinto que não posso mais
Simplesmente continuar a cantar
Pois parte de mim se perdeu no mar
Dentro da escura noite
Onde estrelas não ousam brilhar
Eu busco dentro do meu pensamento
Vestígios do meu sentimento
Para que eu possa encontrar novamente
De volta pelo caminho do meu olhar
...
Vejo as cenas passarem lentamente
Como lembranças de um filme antigo
Mostrando como era belo teu olhar
Sempre fazia meu coração se alegrar
E do meu rosto... um sorriso brotar
Me lembro que olhar em teus olhos
Era como ver o azul do céu
Era como me banhar nas ondas do mar
Mas tua ausência fez minha alma sangrar
E não mais meu coração se alegrar
E então sem saber com exatidão
As noites não tem mais luar
Pois me perdi totalmente
Dentro do caminho do meu olhar.
Autor: Felipe Lopes
Despedida
Entre as estradas dos meus olhos
Eu sinto pouco a pouco tua ausência
Quase a invadir minha consciência
Lentamente percebo
Em nossa musica há uma ferida
E o som anuncia a partida
Quando as palavras
Soam apenas como despedida
...
As palavras se cruzam
E os atos se dispersam
É você quem eu vejo
Percorrendo seu caminho
Com tanta pressa
Que some em uma densa neblina
Eu sei que é o caminho da solidão
Pois bate forte dentro do meu coração
Como uma canção
E o som anuncia sua partida
Depois de palavras de despedida
...
No caminho dentro do meu olhar
Por muito não haverá luar
Nem mesmo vozes a cantar
Haverá apenas silêncio e escuridão
Sei bem disso quando chega no refrão
Ouço o som de um tambor
Talvez anuncie a dor
Que foi causada por esta ferida
Ocasionando sua ida...
Na ultima melodia
Desta canção de despedida.
Autor: Felipe Lopes
terça-feira, 2 de outubro de 2012
Acho que é saudade
Hoje eu fechei meus olhos
Dentro do meu quarto... na escuridão
Ouvindo o som de minha respiração
Ouvindo as batidas do meu coração
Um som ao qual me perco
Sempre movido em pensamentos
Tentando perceber meus sentimentos
Mas hoje apenas fechei meus olhos
Com total suavidade
E lentamente fui percebendo
Livremente eu fui percebendo
E acho que é saudade
Acho que é saudade
...
De olhos bem fechados
Meu coração se enche de vontade
Eu sei que é um desejo de simplicidade
Mas não é por pura vaidade
É maior do que maturidade
Porem por pura sinceridade
Por isso acho que é saudade
Saudade do teu sorriso
Sorriso que ilumina meu dia
Sorriso que alegra meu olhar
Até mesmo quando o sol raiar
Pois é saudade de ao teu lado estar
E não mais deixar de te abraçar
...
E nas linhas que seguem
Eu não me demoro
Pois sinto esta aflição
Tomar meu coração
Sinto para minha respiração
Apenas sinto sem explicação
Pois que nestes caminhos
Até mesmo se tiver serenidade
Tudo ao meu redor
Lembra você... eu digo com verdade
E todo este pensamento
Que aflige o meu sentimento
Eu acho que é... saudade.
Sim... acho que é saudade.
Autor: Felipe Lopes
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