Sejam bem vindos
Bem aventurados
Que tanto se arriscam
Por terras desconhecidas
Fiquem a vontade
Neste espetáculo para começar
Dentro da sombra da noite
Um reino sem um rei
Que um dia destruido foi
Que um dia derrotado foi
Sejam bem vindos
Neste vale de silencio e barulho
Neste vale de treva e luz
Sejam bem vindos
Ao vale dos mortos
Por muito tempo
Eu não abri estes portões
Com medo deste som
Entre brisa do vento
E silencio da noite
Sejam bem vindos
Ao vale que foi reino
Que houve canto e festa
Que houve guerreiros e heróis
Bem vindo ao reino
Que pertenceu aos lobos
Bem vindo ao reino
Que os lobos foram derrotados
Um clarim... um relampago
E dragões vieram
E queimaram castelos
E deixaram apenas a lembrança
De um reino de lobos guerreiros
Bem vindos ao vale dos mortos
Onde os portões foram abertos
Pelo ultimo lobo dessa linhagem
Pelo ultimo senhor dos lobos
Bem vindos ao lar da saudade
Ao lar que abrigou o amor
Ao lar onde canções foram cantadas
Bem vindos ao vale dos mortos.
Autor: Felipe Lopes
Retirado da minha página do Recanto das Letras:
http://www.recantodasletras.com.br/autores/lobo123
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segunda-feira, 17 de outubro de 2011
domingo, 16 de outubro de 2011
Neste quarto escuro
Neste quarto escuro
Encontro a sombra do teu corpo
Estás deitada em tua cama
Apenas sendo iluminada
Pela chama de uma vela
Que contorna as linhas de teu corpo
E atrai meus olhos
Para junto a ti
...
Deito-me ao teu lado
Te olhando nos olhos
Toco-lhe o rosto
E sentindo teu sorriso
Ouço tua voz em um sussurro
Chamando meu nome
No meio da noite
Chamando meu nome
...
Neste quarto escuro
Tu sente o calor de meu corpo
E o toque de minhas mãos
Percorrendo e conhecendo
Todos os teus anseios
Todos os teus suspiros
E mais uma vez te olho nos olhos
Te envolvo no calor do meu abraço
E não suportando mais o desejo
Nos teus labios eu sacio minha vontade
Vontade de te querer
De sentir a sua fome
Fome de ter o meu corpo
Desejo de entregar
Ao meu delirio
...
Neste quarto escuro
Iluminado pela chama de uma vela
Eu possuí teu corpo em meu desejo
E tu possuiu meu corpo em teu delirio
Até que juntos nos encontramos
Em um abraço
Até que tu adormeceste em meus braços
E eu adormeci em teus sonhos
Na luz da chama de uma vela
Dentro deste quarto escuro.
Autor: Felipe Lopes
Visitem meu endereço no recanto das letras:
http://www.recantodasletras.com.br/autores/lobo123
Encontro a sombra do teu corpo
Estás deitada em tua cama
Apenas sendo iluminada
Pela chama de uma vela
Que contorna as linhas de teu corpo
E atrai meus olhos
Para junto a ti
...
Deito-me ao teu lado
Te olhando nos olhos
Toco-lhe o rosto
E sentindo teu sorriso
Ouço tua voz em um sussurro
Chamando meu nome
No meio da noite
Chamando meu nome
...
Neste quarto escuro
Tu sente o calor de meu corpo
E o toque de minhas mãos
Percorrendo e conhecendo
Todos os teus anseios
Todos os teus suspiros
E mais uma vez te olho nos olhos
Te envolvo no calor do meu abraço
E não suportando mais o desejo
Nos teus labios eu sacio minha vontade
Vontade de te querer
De sentir a sua fome
Fome de ter o meu corpo
Desejo de entregar
Ao meu delirio
...
Neste quarto escuro
Iluminado pela chama de uma vela
Eu possuí teu corpo em meu desejo
E tu possuiu meu corpo em teu delirio
Até que juntos nos encontramos
Em um abraço
Até que tu adormeceste em meus braços
E eu adormeci em teus sonhos
Na luz da chama de uma vela
Dentro deste quarto escuro.
Autor: Felipe Lopes
Visitem meu endereço no recanto das letras:
http://www.recantodasletras.com.br/autores/lobo123
terça-feira, 11 de outubro de 2011
Lua
Na noite de lua cheia
Eu canto uma canção
Que desvenda caminhos
Dentro de um coração
Que traz emoção
E nem mesmo há explicação
Eu canto uma canção
Com toda emoção
...
Um lobo que caminha
Dentro de caminhos incertos
Sempre dentro da escuridão
Projetando dentro das sombras
Formas de solidão
...
Um lobo na escuridão
Uiva com toda emoção
Sempre cortejando na luz pura
Sempre olhando
Sua amada... a lua
...
Lua que brilha no alto do céu
Protegida pela luz como véu
Banhando o chão de quem passar
Sua luz clara de luar
Trazendo brilho do olhar
Daquele lobo que está a uivar
A quem tanto tem vontade
De nos braços se entregar
E então... alem do amor... amar
...
E teu uivo se faz canção
Mais forte que uma paixão
E clareia até mesmo escuridão
Que faz perder a respiração
E se entregar a emoção
Teu uivo se faz canção
Pra lua que leva no coração
...
Lua que brilha no céu
Tua luz vem como véu
Pelo lobo tu é cortejada
Pois por ele... tu é amada
...
E quando no longínquo horizonte
Quando o sol finalmente se por
Aceite então esta bela flor
E ninguém poderá se opor
Ao uivo mais intenso do lobo
Em sinal de amor
...
Lua que brilha no céu
Tua luz se faz como véu
Mesmo distante tu sempre brilhará
E teu coração
Ao lobo sempre pertencerá.
Autor: Felipe Lopes
Eu canto uma canção
Que desvenda caminhos
Dentro de um coração
Que traz emoção
E nem mesmo há explicação
Eu canto uma canção
Com toda emoção
...
Um lobo que caminha
Dentro de caminhos incertos
Sempre dentro da escuridão
Projetando dentro das sombras
Formas de solidão
...
Um lobo na escuridão
Uiva com toda emoção
Sempre cortejando na luz pura
Sempre olhando
Sua amada... a lua
...
Lua que brilha no alto do céu
Protegida pela luz como véu
Banhando o chão de quem passar
Sua luz clara de luar
Trazendo brilho do olhar
Daquele lobo que está a uivar
A quem tanto tem vontade
De nos braços se entregar
E então... alem do amor... amar
...
E teu uivo se faz canção
Mais forte que uma paixão
E clareia até mesmo escuridão
Que faz perder a respiração
E se entregar a emoção
Teu uivo se faz canção
Pra lua que leva no coração
...
Lua que brilha no céu
Tua luz vem como véu
Pelo lobo tu é cortejada
Pois por ele... tu é amada
...
E quando no longínquo horizonte
Quando o sol finalmente se por
Aceite então esta bela flor
E ninguém poderá se opor
Ao uivo mais intenso do lobo
Em sinal de amor
...
Lua que brilha no céu
Tua luz se faz como véu
Mesmo distante tu sempre brilhará
E teu coração
Ao lobo sempre pertencerá.
Autor: Felipe Lopes
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
Abismo profundo
De olhos bem fechados
Eu posso ouvir meu coração
Um sentimento se quebra nesta canção
Um lamento que abre minha emoção
Lagrimas surgem... me fazendo perder a razão
Eu olho ao meu redor
E percebo nesta escuridão
Não existe ninguém
Neste mundo... de solidão
...
Penso nos meus pensamentos
Já sinto essa distancia aumentando
Os meus olhos já não podem ver
A silhueta do teu corpo nas sombras
Há névoa em todos os lugares agora
Ocupando uma densidade tão grande
Quanto o sentimento que tenho
De que cada dia você está indo embora
Como uma folha que perde o rumo
E não volta mais
...
Eu vejo a noite cair na escuridão
E já não posso fitar o céu
Já não posso ver o brilho das estrelas
Já não posso sentir a brisa do vento
Tudo o que sinto é o vazio do meu coração
E a distancia que aumenta entre nossos olhos
Como um abismo profundo
Que vive a fitar o infinito
Mas que continua sonhando na escuridão
Vivendo no mundo... de solidão
...
O tempo desta canção está acabando
Como a distancia entre nós aumentando
Eu sinto que a cada dia que passa
Menos eu posso ter do teu olhar
Mais vou me perder neste navegar
E o meu barco irá naufragar
Tentando mais uma vez buscar
O caminho do teu olhar
E então eu verei a névoa de agora
Me mostrando no teu caminho
Que você está indo embora
Como um abismo profundo
Que vive a fitar o infinito
Mas que continua aumentando a escuridão
Dentro de toda esta solidão.
Autor: Felipe Lopes
Eu posso ouvir meu coração
Um sentimento se quebra nesta canção
Um lamento que abre minha emoção
Lagrimas surgem... me fazendo perder a razão
Eu olho ao meu redor
E percebo nesta escuridão
Não existe ninguém
Neste mundo... de solidão
...
Penso nos meus pensamentos
Já sinto essa distancia aumentando
Os meus olhos já não podem ver
A silhueta do teu corpo nas sombras
Há névoa em todos os lugares agora
Ocupando uma densidade tão grande
Quanto o sentimento que tenho
De que cada dia você está indo embora
Como uma folha que perde o rumo
E não volta mais
...
Eu vejo a noite cair na escuridão
E já não posso fitar o céu
Já não posso ver o brilho das estrelas
Já não posso sentir a brisa do vento
Tudo o que sinto é o vazio do meu coração
E a distancia que aumenta entre nossos olhos
Como um abismo profundo
Que vive a fitar o infinito
Mas que continua sonhando na escuridão
Vivendo no mundo... de solidão
...
O tempo desta canção está acabando
Como a distancia entre nós aumentando
Eu sinto que a cada dia que passa
Menos eu posso ter do teu olhar
Mais vou me perder neste navegar
E o meu barco irá naufragar
Tentando mais uma vez buscar
O caminho do teu olhar
E então eu verei a névoa de agora
Me mostrando no teu caminho
Que você está indo embora
Como um abismo profundo
Que vive a fitar o infinito
Mas que continua aumentando a escuridão
Dentro de toda esta solidão.
Autor: Felipe Lopes
Luz dos meus olhos
Eu sento no chão meio desajeitado
E olho para este céu encantado
Encontro meus pensamentos
Todos dentro dos meus sentimentos
Apenas continuo olhando
E sinto como se estivesse flutuando
Talvez neste céu azul
Por uma vez... estou nadando
...
Tu encanta o meu olhar
Princesa desta noite escura
Te convido nesta dança eterna
E mesmo que só exista escuridão
Tu acende a luz dos meus olhos
Os faz brilhar
Uma luz que não há de se apagar
...
Sentado meio desajeitado neste chão
Eu lembro de ti... com paixão
E sinto a alegria do meu coração
Quando olho para este céu encantado
Eu sinto só por uma vez... estou nadando
Mesmo percebendo que o vento ta mudando
Eu posso ver através dos meus olhos
Que tu está nua...
Aquela que traz a luz dos meus olhos
Minha amada... a lua.
Autor: Felipe Lopes
E olho para este céu encantado
Encontro meus pensamentos
Todos dentro dos meus sentimentos
Apenas continuo olhando
E sinto como se estivesse flutuando
Talvez neste céu azul
Por uma vez... estou nadando
...
Tu encanta o meu olhar
Princesa desta noite escura
Te convido nesta dança eterna
E mesmo que só exista escuridão
Tu acende a luz dos meus olhos
Os faz brilhar
Uma luz que não há de se apagar
...
Sentado meio desajeitado neste chão
Eu lembro de ti... com paixão
E sinto a alegria do meu coração
Quando olho para este céu encantado
Eu sinto só por uma vez... estou nadando
Mesmo percebendo que o vento ta mudando
Eu posso ver através dos meus olhos
Que tu está nua...
Aquela que traz a luz dos meus olhos
Minha amada... a lua.
Autor: Felipe Lopes
terça-feira, 4 de outubro de 2011
Bruxa dos cabelos de fogo
Na magia do encanto
Como um brilho de olhar
Nesta magnifica noite de luar
Um lobo está a uivar
Interrompendo o silencio milenar
Guardando em seu coração
Um sentimento de amar
...
Como o vento que voa
Encantando a noite
Voando no céu como uma estrela
O brilho vermelho dos teus cabelos
Parece um vento flamejante
A riscar o céu de estrelas prateadas
Dentro desta noite tão fascinante
...
O lobo continua a uivar
O som estrondoso do seu pesar
Com a força que rompe o silencio
Seu uivo pesa como o lamentar
Daquele que perde o caminhar
Daquele que perde...
O desejo de lutar
...
Enquanto seu uivo destrói o silencio
Seus olhos fitam o céu
E um traço flamejante atrai sua atenção
Descendo um caminho em sua direção
Trazendo luz por onde passa
Naquela escuridão
E graciosamente como se estivesse a dançar
Eis que uma bela bruxa surge
Em seu caminhar
Seus cabelos cor de fogo
Ao vento voam... como uma tocha
Ao lobo... a bruxa sorri
Como se já o conhecesse
Através do som de seu uivo...
Mas em outra noite de luar
...
Na magia do encanto
Na passagem de gerações
Uma noite de lua cheia
O céu é riscado com o fogo
Que clareia a escuridão
Uma bela bruxa está a passar
Como se estivesse a dançar
E seus cabelos voando ao sabor do vento
Atravessando o tempo... flamejante
Nesta noite... sempre tão fascinante.
Autor: Felipe Lopes
Como um brilho de olhar
Nesta magnifica noite de luar
Um lobo está a uivar
Interrompendo o silencio milenar
Guardando em seu coração
Um sentimento de amar
...
Como o vento que voa
Encantando a noite
Voando no céu como uma estrela
O brilho vermelho dos teus cabelos
Parece um vento flamejante
A riscar o céu de estrelas prateadas
Dentro desta noite tão fascinante
...
O lobo continua a uivar
O som estrondoso do seu pesar
Com a força que rompe o silencio
Seu uivo pesa como o lamentar
Daquele que perde o caminhar
Daquele que perde...
O desejo de lutar
...
Enquanto seu uivo destrói o silencio
Seus olhos fitam o céu
E um traço flamejante atrai sua atenção
Descendo um caminho em sua direção
Trazendo luz por onde passa
Naquela escuridão
E graciosamente como se estivesse a dançar
Eis que uma bela bruxa surge
Em seu caminhar
Seus cabelos cor de fogo
Ao vento voam... como uma tocha
Ao lobo... a bruxa sorri
Como se já o conhecesse
Através do som de seu uivo...
Mas em outra noite de luar
...
Na magia do encanto
Na passagem de gerações
Uma noite de lua cheia
O céu é riscado com o fogo
Que clareia a escuridão
Uma bela bruxa está a passar
Como se estivesse a dançar
E seus cabelos voando ao sabor do vento
Atravessando o tempo... flamejante
Nesta noite... sempre tão fascinante.
Autor: Felipe Lopes
Nos braços deste encanto
É noite em meus olhos
Sinto um arrepio no meu corpo
Te olho nos olhos silenciosamente
Posso ver os traços do teu rosto
Tu é bela como a noite de luar
E o brilho reflete teu olhar
...
A brisa da noite invade o meu quarto
Transbordando teu perfume
Como o cheiro de rosas
Ardendo minha alma em paixão
Suavemente te pego pela mão
E te conduzo no meu quarto
Dentro da escuridão
...
Seu toque é tão macio
É como ser tocado por pétalas de flores
Tão perto ouço o som da sua respiração
Dentro desta imensa escuridão
Posso sentir o calor do teu corpo
Se envolver no calor do meu corpo
E no silencio deste quarto
Eu ouço os suspiros desta paixão
Que envolve com emoção
E faz perder toda razão
Como a melodia de uma canção
...
Tua voz ecoa na minha mente
Chamando meu nome em melodia
Tua mão entrelaça na minha em harmonia
Vejo o teu sorriso de satisfação
Tu está em minha companhia
Sinto que a noite vai embora
Levando deste quarto a escuridão
E pouco a pouco a claridade
Desvenda nossos corpos em paixão
Olho teu corpo repousado no meu
Vejo como tu é bela
Como o horizonte dourado
De um dia que está por vir
Enquanto lentamente amanhece
Eu lhe beijo os lábios
E adormeço...
Nos braços deste encanto.
Autor: Felipe Lopes
Sinto um arrepio no meu corpo
Te olho nos olhos silenciosamente
Posso ver os traços do teu rosto
Tu é bela como a noite de luar
E o brilho reflete teu olhar
...
A brisa da noite invade o meu quarto
Transbordando teu perfume
Como o cheiro de rosas
Ardendo minha alma em paixão
Suavemente te pego pela mão
E te conduzo no meu quarto
Dentro da escuridão
...
Seu toque é tão macio
É como ser tocado por pétalas de flores
Tão perto ouço o som da sua respiração
Dentro desta imensa escuridão
Posso sentir o calor do teu corpo
Se envolver no calor do meu corpo
E no silencio deste quarto
Eu ouço os suspiros desta paixão
Que envolve com emoção
E faz perder toda razão
Como a melodia de uma canção
...
Tua voz ecoa na minha mente
Chamando meu nome em melodia
Tua mão entrelaça na minha em harmonia
Vejo o teu sorriso de satisfação
Tu está em minha companhia
Sinto que a noite vai embora
Levando deste quarto a escuridão
E pouco a pouco a claridade
Desvenda nossos corpos em paixão
Olho teu corpo repousado no meu
Vejo como tu é bela
Como o horizonte dourado
De um dia que está por vir
Enquanto lentamente amanhece
Eu lhe beijo os lábios
E adormeço...
Nos braços deste encanto.
Autor: Felipe Lopes
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