Noite fria e vazia
Onde fanstasmas flutuam
E demonios passeiam
Eu caminho sozinho pelas ruas
Passo pelas esquinas sombrias
Me sinto vigiado
Por aquilo que não posso ver
Me sinto atraído
Por um sentimento estranho
Sentimento de permanecer sozinho
Sentimento de prevalecer vazio
Tento não me importar
Com tantos pensamentos
Mas em cada bar que eu entro
Vejo seu rosto mais e mais distante
Sinto sua voz enfraquecendo
Dentro do meu coração
E por ironia desse meu destino
E por alguma razão
Alguma hesitação
Sinto a falha de minha respiração
Quando percebo involuntariamente
O fim desta canção
Noite fria e solitária
Nem mesmo os anjos no céu
Saem em sua proteção
Pois também sabem
Que hoje é noite de solidão
É noite em que demonios
Caminham no chão
Noite em que cometo meu erro
No momento em que guardo as asas
No momento em que me entrego sem compaixão
Direto aos braços da escuridão
Mas não sabia onde entrava
Pois nem no meu sentimento te encontrava
Apenas pressentia no meu pensamento
O que se afirmava no meu sentimento
E a distancia entre nós aumentou
Em algum momento do nosso caminho
Quando algo mais alem se intensificou
Talvez nessa noite escura e fria
Tão solitária e sem sentimento
Tenha sido uma noite de pagina virada
Talvez tenha sido uma explosão
Ou mesmo talvez tenha sido um fino fio
Do que poderia ter se mostrado um fim
Essa noite... foi noite de demonio
Noite que anjo não entra
Noite que anjo não vive
Essa noite foi noite de pensamento errado
Essa noite foi de sentimento profundo
Um sentimento de escuridão
Um sentimento que fere o coração
Um sentimento que se mistura em ilusão
Sentimento de perda... foi essa a noite de demonio
Noite em que os anjos dormem
E que os fantasmas cominham mesmo sem permissão
Alguns dizem que noites de demonios
são facilmente esquecidas
Mas eles deixam... a sua propria maneira
De dizerem que permanecem
Sempre... por perto.
Autor: Felipe Lopes
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domingo, 6 de março de 2011
domingo, 6 de fevereiro de 2011
A luz do meu olhar
Na minha escuridão
Eu tenho um segredo
A qual guardei
Dentro do meu coração
Dentro da minha
Escuridão
Eu encontrei minha razão
Para continuar no meu caminho
Com toda minha paixão
...
Quando fecho os meus olhos
Eu vejo sua face refletida
Como em um espelho
Dentro de minhas emoções
Eu sinto meu coração acelerar
Sinto seu toque na minha pele
Sinto seu cheiro
Impregnar em meu corpo
Sinto seus labios suavemente
Tocando os meus labios
Sinto seus sonhos
Entrando em minha alma sem dor
Porque quando fecho os meus olhos
Posso sentir seu amor
...
Quando a noite chega
Eu posso ver o brilho da lua
Posso ser banhado e iluminado
Posso sentir minha alma se acalmar
E irresistivelmente transbordar em calor
Quando a noite chega
Eu posso sentir tua presença
Dentro do meu coração
Pois teu corpo e tua alma
Se tornam a luz do meu olhar
Que é mais forte
Que a luz do luar
E então sem hesitar
Minha alma pode finalmente gritar
E ao mundo pode recitar
Este poema que é o conto
Da maravilha de te amar
...
Tal luz a iluminar
Minha alma e o meu olhar
Aquela que me faz sentir paixão
Que me desmancha no delirio
Que me faz desejar
O brilho do teu olhar
Que faz meu coração incêndiar
E faz meu corpo delirar
Aquela que faz meu olhar brilhar
Dentro da inocência de um menino
Para o desejo delirante de um homem que sou
Aquela dona dos meus sentimentos
E que está dentro
De todos os meus pensamentos
Aquela que estou sempre a pensar
E que traz a luz do meu olhar
Aquela que faz sempre aumentar
O meu desejo de te amar.
Autor: Felipe Lopes
Eu tenho um segredo
A qual guardei
Dentro do meu coração
Dentro da minha
Escuridão
Eu encontrei minha razão
Para continuar no meu caminho
Com toda minha paixão
...
Quando fecho os meus olhos
Eu vejo sua face refletida
Como em um espelho
Dentro de minhas emoções
Eu sinto meu coração acelerar
Sinto seu toque na minha pele
Sinto seu cheiro
Impregnar em meu corpo
Sinto seus labios suavemente
Tocando os meus labios
Sinto seus sonhos
Entrando em minha alma sem dor
Porque quando fecho os meus olhos
Posso sentir seu amor
...
Quando a noite chega
Eu posso ver o brilho da lua
Posso ser banhado e iluminado
Posso sentir minha alma se acalmar
E irresistivelmente transbordar em calor
Quando a noite chega
Eu posso sentir tua presença
Dentro do meu coração
Pois teu corpo e tua alma
Se tornam a luz do meu olhar
Que é mais forte
Que a luz do luar
E então sem hesitar
Minha alma pode finalmente gritar
E ao mundo pode recitar
Este poema que é o conto
Da maravilha de te amar
...
Tal luz a iluminar
Minha alma e o meu olhar
Aquela que me faz sentir paixão
Que me desmancha no delirio
Que me faz desejar
O brilho do teu olhar
Que faz meu coração incêndiar
E faz meu corpo delirar
Aquela que faz meu olhar brilhar
Dentro da inocência de um menino
Para o desejo delirante de um homem que sou
Aquela dona dos meus sentimentos
E que está dentro
De todos os meus pensamentos
Aquela que estou sempre a pensar
E que traz a luz do meu olhar
Aquela que faz sempre aumentar
O meu desejo de te amar.
Autor: Felipe Lopes
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
O Choro do lobo
Noite intensa de escuridão
Que penetra no olhar sem brilho
De um lobo que percorre
Seu longo caminho
...
Mesmo em dias de chuva
Mesmo em noites sem luar
O lobo sempre continuou
Até mesmo quando seu reino
Se arruinou
Porem esta noite sem encanto
Esta noite sem seu brilho
Não é noite.... de noite
Não é noite de lobo
...
Lobo que percorre seu caminho
Mesmo em dias de sol
Um dia a brisa do vento
Lhe trouxe tristeza
E de seus olhos tão intensos
E de seu olhar tão brilhante
Perdeu seu brilho radiante
Pois no momento em que ele uivou
Foi a hora em que o lobo chorou
...
Lobo de olhar tão misterioso
Aquele que sempre continuou
Mesmo quando nem pedaços sobraram
Mesmo quando nem olhar permanece
Aquele lobo continua em frente
Lobo que um dia
Em meio a noite escura
Encontrou sua menina
E em seus olhos aumentou seu brilho
Mas naquela noite
Não era noite de lobo
Era noite de choro
Noite de choro sozinho
Dentro da imensidão da noite
...
Lobo que um dia
Encontrou uma menina
Que tinha os olhos vazios
E lhe encheu de brilho
Lobo que entregou o seu amor
E o recebeu de volta
E aquele amor naquela noite
Foi o que segurou sua alma
Pois aquela era noite sem estrelas
Era noite sem luar
Era noite em que o lobo
Perdeu o brilho do olhar
Mesmo tendo sua menina
Para amar
...
E foi justo aquele amor
Um amor mais que o amor
Que o segurou
Que o amparou
Dentro daquela noite sem sentido
Noite que não era... de lobo
Noite em que o lobo uivou
Quando suas lagrimas não suportou
E então ao chão se curvou
E a testemunha era a noite intensa
Quando o lobo chorou.
Autor: Felipe Lopes
Que penetra no olhar sem brilho
De um lobo que percorre
Seu longo caminho
...
Mesmo em dias de chuva
Mesmo em noites sem luar
O lobo sempre continuou
Até mesmo quando seu reino
Se arruinou
Porem esta noite sem encanto
Esta noite sem seu brilho
Não é noite.... de noite
Não é noite de lobo
...
Lobo que percorre seu caminho
Mesmo em dias de sol
Um dia a brisa do vento
Lhe trouxe tristeza
E de seus olhos tão intensos
E de seu olhar tão brilhante
Perdeu seu brilho radiante
Pois no momento em que ele uivou
Foi a hora em que o lobo chorou
...
Lobo de olhar tão misterioso
Aquele que sempre continuou
Mesmo quando nem pedaços sobraram
Mesmo quando nem olhar permanece
Aquele lobo continua em frente
Lobo que um dia
Em meio a noite escura
Encontrou sua menina
E em seus olhos aumentou seu brilho
Mas naquela noite
Não era noite de lobo
Era noite de choro
Noite de choro sozinho
Dentro da imensidão da noite
...
Lobo que um dia
Encontrou uma menina
Que tinha os olhos vazios
E lhe encheu de brilho
Lobo que entregou o seu amor
E o recebeu de volta
E aquele amor naquela noite
Foi o que segurou sua alma
Pois aquela era noite sem estrelas
Era noite sem luar
Era noite em que o lobo
Perdeu o brilho do olhar
Mesmo tendo sua menina
Para amar
...
E foi justo aquele amor
Um amor mais que o amor
Que o segurou
Que o amparou
Dentro daquela noite sem sentido
Noite que não era... de lobo
Noite em que o lobo uivou
Quando suas lagrimas não suportou
E então ao chão se curvou
E a testemunha era a noite intensa
Quando o lobo chorou.
Autor: Felipe Lopes
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Paixão delirante
Venha para meus braços
Toque a minha pele
E encontre o teu caminho
Respire o meu ar
E sinta o meu cheiro
Venha para meus braços
Se proteja sob minhas asas
E encontre teu caminho
Venha menina
Abrace o meu corpo
Sinta meu desejo aumentar
Olhe nos meus olhos
Toque seus labios
Com os meus labios
Venha menina
Sinta meu calor
Quando nossos corpos se tocarem
Quando nossas mãos
Se encontrarem
Quando meu corpo
Dentro de teu corpo
Quando meu coração
Dentro de teu coração
Encontrar teu caminho
Dentro da minha louca paixão
Dentro dos delirios
De sua paixão
Venha minha menina
Encoste seu corpo em meu corpo
E permaneça sob minhas asas
Provando o meu sabor
Se aquecendo em meu calor
Venha aquecer o delirio desta paixão
Que envolve o meu coração
Dentro do teu coração
Hoje não vou lhe cantar
Nenhuma canção
Mas irei confiar em minha visão
E sem pretenção
Do quanto estou realmente envolvido
Nesta delirante paixão
Fecha teus olhos menina
Deixa apenas tua essência contar
Quanto tu és maravilhosa
E quanto tu faz minha alma brilhar
O quanto me faz encantar
No desejo enlouquecido
Na delicia e cada vez mais
Na certeza de te amar.
Autor: Felipe Lopes
Toque a minha pele
E encontre o teu caminho
Respire o meu ar
E sinta o meu cheiro
Venha para meus braços
Se proteja sob minhas asas
E encontre teu caminho
Venha menina
Abrace o meu corpo
Sinta meu desejo aumentar
Olhe nos meus olhos
Toque seus labios
Com os meus labios
Venha menina
Sinta meu calor
Quando nossos corpos se tocarem
Quando nossas mãos
Se encontrarem
Quando meu corpo
Dentro de teu corpo
Quando meu coração
Dentro de teu coração
Encontrar teu caminho
Dentro da minha louca paixão
Dentro dos delirios
De sua paixão
Venha minha menina
Encoste seu corpo em meu corpo
E permaneça sob minhas asas
Provando o meu sabor
Se aquecendo em meu calor
Venha aquecer o delirio desta paixão
Que envolve o meu coração
Dentro do teu coração
Hoje não vou lhe cantar
Nenhuma canção
Mas irei confiar em minha visão
E sem pretenção
Do quanto estou realmente envolvido
Nesta delirante paixão
Fecha teus olhos menina
Deixa apenas tua essência contar
Quanto tu és maravilhosa
E quanto tu faz minha alma brilhar
O quanto me faz encantar
No desejo enlouquecido
Na delicia e cada vez mais
Na certeza de te amar.
Autor: Felipe Lopes
domingo, 23 de janeiro de 2011
O Choro do Vento
Vento que sopra
Em forma de brisa do vento
Vento que sobra
Em forma de brisa do mar
Vento quando está bravo
Vem em forma de tempestade
Hoje o vento se calou
Sem pensamentos
Hoje é dia de pressentimentos
Quando o vento chorou
...
Hoje a noite está clara
Sem nuvens no céu a nublar
Mas está sem cores
E sem lua no céu a iluminar
Hoje é o tempo parou
Quando o seu silencio aumentou
No momento em que o vento chorou
Tremendo sem esperança
Sem esperar por esta mudança
...
Oh vento traga sua brisa
No momento em que precisar
De todas as forças a carregar
E mesmo que o destindo
Tenha que chegar
Tua brisa precisa resistir
Mesmo que traga consigo
O cheiro do mar
E as lembranças
Deste navegar
Pois tua essência
É a tua glória
E o teu temor
É a tua fortaleza
Por mais que teu coração
Se encha de tristeza
...
Oh vento não sejas tempestade
Que nesse momento
Supere até mesmo tua vontade
E deixes sucumbir
A tua bondade
Mesmo que ainda não tenha
Plena consciência de tua idade
Que prevaleça tua essência e maturidade
E mesmo que exista ainda
As noites sem luar
Não deixa sucumbir
Tua força dentro da brisa do mar
Mesmo que seja dificil continuar
Mesmo que seja perigoso o teu navegar
Continua em frente atravez
Do caminho do brilho do teu olhar
...
Oh vento sei que perdeste tua direção
Mas acalma o teu coração
Mesmo no silencio desta canção
Não perca a tua emoção
Sejas firme mesmo sem ter razão
Continua teu caminho
Mesmo que não tenhas explicação
Mas eu sei que tu tens paixão
Oh vento sei que teu silencio perdurou
Quando tua voz se calou
No mesmo momento em que chorou
Mas sei que teu poder
Está alem da brisa do mar
E sei que por mais que seja duro
O teu navegar
Sei que por mais triste que seja
O teu caminhar
Eu sei que tu és
Senhor dos ventos
E por mais que caia
Sempre irá se levantar
E por mais duro que seja
Haverá de sempre continuar
Pois tu vento que é
É mais forte que as ondas do mar.
Autor: Felipe Lopes
Em forma de brisa do vento
Vento que sobra
Em forma de brisa do mar
Vento quando está bravo
Vem em forma de tempestade
Hoje o vento se calou
Sem pensamentos
Hoje é dia de pressentimentos
Quando o vento chorou
...
Hoje a noite está clara
Sem nuvens no céu a nublar
Mas está sem cores
E sem lua no céu a iluminar
Hoje é o tempo parou
Quando o seu silencio aumentou
No momento em que o vento chorou
Tremendo sem esperança
Sem esperar por esta mudança
...
Oh vento traga sua brisa
No momento em que precisar
De todas as forças a carregar
E mesmo que o destindo
Tenha que chegar
Tua brisa precisa resistir
Mesmo que traga consigo
O cheiro do mar
E as lembranças
Deste navegar
Pois tua essência
É a tua glória
E o teu temor
É a tua fortaleza
Por mais que teu coração
Se encha de tristeza
...
Oh vento não sejas tempestade
Que nesse momento
Supere até mesmo tua vontade
E deixes sucumbir
A tua bondade
Mesmo que ainda não tenha
Plena consciência de tua idade
Que prevaleça tua essência e maturidade
E mesmo que exista ainda
As noites sem luar
Não deixa sucumbir
Tua força dentro da brisa do mar
Mesmo que seja dificil continuar
Mesmo que seja perigoso o teu navegar
Continua em frente atravez
Do caminho do brilho do teu olhar
...
Oh vento sei que perdeste tua direção
Mas acalma o teu coração
Mesmo no silencio desta canção
Não perca a tua emoção
Sejas firme mesmo sem ter razão
Continua teu caminho
Mesmo que não tenhas explicação
Mas eu sei que tu tens paixão
Oh vento sei que teu silencio perdurou
Quando tua voz se calou
No mesmo momento em que chorou
Mas sei que teu poder
Está alem da brisa do mar
E sei que por mais que seja duro
O teu navegar
Sei que por mais triste que seja
O teu caminhar
Eu sei que tu és
Senhor dos ventos
E por mais que caia
Sempre irá se levantar
E por mais duro que seja
Haverá de sempre continuar
Pois tu vento que é
É mais forte que as ondas do mar.
Autor: Felipe Lopes
Brisa do Mar
Enquanto te vejo de longe
Teus cabelos voando
Ao sabor do vento
Te vejo olhando o mar
Sinto teus pensamentos ao longe
Longe... vindo em minha direção
Enquanto te olho em meus sonhos
O brilho dos teus olhos aumenta
Sinto as batidas de seu coração
Desejando meu corpo em chamas
Desejando o delirio de nossa paixão
Enquanto te vejo ao longe
Dentro dos meus sonhos mais intimos
Sinto tua essência
Envolver minha alma
Me trazendo calor
Me livrando da dor
Permaneço com meus olhos fechados
Apenas te sentindo
Sinto as batidas do meu coração
Envolvendo teu corpo
Em uma louca paixão
Me faz perder minha respiração
Quando percebo teus olhos
Fitando os meus olhos
Vejo o desenho de seus labios
Mudando e virando um sorriso
Vejo teus braços se abrirem
E vejo o brilho do seu olhar
Percebo que sentes o vento
Trazendo a brisa do mar
Perco novamente a respiração
Quando sinto as batidas
Do seu coração
Ao sentir a força da minha paixão
Te faço perder sua razão
E mais uma vez
Abrir seus braços sem hesitação
E se envolver em minha alma
Mais forte e mais firme
Com toda emoção
Quando abro meus olhos e respiro
Ainda posso sentir
O cheiro da brisa do mar
Ainda posso sentir o gosto de seu beijo
Ainda fica gravado
O brilho intenso do luar
Que fez refletir seu olhar
Tão belo e tão fascinante
Como esta noite que está a passar.
Autor: Felipe Lopes
Teus cabelos voando
Ao sabor do vento
Te vejo olhando o mar
Sinto teus pensamentos ao longe
Longe... vindo em minha direção
Enquanto te olho em meus sonhos
O brilho dos teus olhos aumenta
Sinto as batidas de seu coração
Desejando meu corpo em chamas
Desejando o delirio de nossa paixão
Enquanto te vejo ao longe
Dentro dos meus sonhos mais intimos
Sinto tua essência
Envolver minha alma
Me trazendo calor
Me livrando da dor
Permaneço com meus olhos fechados
Apenas te sentindo
Sinto as batidas do meu coração
Envolvendo teu corpo
Em uma louca paixão
Me faz perder minha respiração
Quando percebo teus olhos
Fitando os meus olhos
Vejo o desenho de seus labios
Mudando e virando um sorriso
Vejo teus braços se abrirem
E vejo o brilho do seu olhar
Percebo que sentes o vento
Trazendo a brisa do mar
Perco novamente a respiração
Quando sinto as batidas
Do seu coração
Ao sentir a força da minha paixão
Te faço perder sua razão
E mais uma vez
Abrir seus braços sem hesitação
E se envolver em minha alma
Mais forte e mais firme
Com toda emoção
Quando abro meus olhos e respiro
Ainda posso sentir
O cheiro da brisa do mar
Ainda posso sentir o gosto de seu beijo
Ainda fica gravado
O brilho intenso do luar
Que fez refletir seu olhar
Tão belo e tão fascinante
Como esta noite que está a passar.
Autor: Felipe Lopes
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
A menina e o lobo
Em uma noite de conflitos
Em um lado da cidade
Onde o silencio te provoca
Onde lágrimas não podem mais sair
Pois os olhos não tem mais motivos
Para tanta dor assim
Em uma noite de derrotas
Um lobo caminha ferido
Cansado do tempo
Cansado de tanto caminhar
Um dia no meio do destino
Onde a distancia se mostrava intensa
Um lobo encontrou sua menina
Uma menina encontrou
Um motivo para permanecer
Uma menina encontrou
Um motivo para mais uma vez ver
Que nos braços daquele lobo
O seu lugar estava certo
Que havia realmente encontrado
Um motivo... para sorrir
Mas o destino decidiu brincar
Que os seus braços afastar
Quando alguem do passado
Cruzou seu caminho
Fazendo-a distanciar
Daquele lobo que escolheu amar
Mas ainda não contente
O destino resolveu terminar
O que acabara de começar
E tirou do caminho da menina
Quando o passado passou
E a menina sem chão
Aquele lobo procurou
O mesmo lobo que um dia decidiu amar
E em seus braços ficar
Em juras de amor
Mas o lobo lhe causou dor
Pois falou mais alto o seu temor
Menina que um dia encontrou
Motivo para não chorar
Naquela tarde chorou
Sozinha na chuva de pensamentos ficou
E seus sentimentos por aquele lobo
Tornaram lamentos
Arriscando matar todo aquele amor
E ao lobo já não sobrou
Porque ao passado não há volta
E enquanto a menina e o lobo
Permanecem distantes
Em cima do muro
Há um destino arteiro
Que criou confusão por ser festeiro
Aquele lobo ja foi guerreiro
Não morreu nem na flecha de um arqueiro
E decidiu ir em frente com seu amor
E mesmo que aquela bela menina
Dos olhos tão encantados
Venha a lhe dizer
Que já não é dona mais de seu amor
O lobo sabe
Que se o amor dos dois tiver que acabar
Que se o amor dos dois tiver que ser esquecido
Que se os seus olhares
Não se encontrarem
E nem mesmo suas mãos não mais tocarem
Ele terá ido até mesmo o fim
Para mostrar totalmente
Seu amor enfim.
Autor: Felipe Lopes
Em um lado da cidade
Onde o silencio te provoca
Onde lágrimas não podem mais sair
Pois os olhos não tem mais motivos
Para tanta dor assim
Em uma noite de derrotas
Um lobo caminha ferido
Cansado do tempo
Cansado de tanto caminhar
Um dia no meio do destino
Onde a distancia se mostrava intensa
Um lobo encontrou sua menina
Uma menina encontrou
Um motivo para permanecer
Uma menina encontrou
Um motivo para mais uma vez ver
Que nos braços daquele lobo
O seu lugar estava certo
Que havia realmente encontrado
Um motivo... para sorrir
Mas o destino decidiu brincar
Que os seus braços afastar
Quando alguem do passado
Cruzou seu caminho
Fazendo-a distanciar
Daquele lobo que escolheu amar
Mas ainda não contente
O destino resolveu terminar
O que acabara de começar
E tirou do caminho da menina
Quando o passado passou
E a menina sem chão
Aquele lobo procurou
O mesmo lobo que um dia decidiu amar
E em seus braços ficar
Em juras de amor
Mas o lobo lhe causou dor
Pois falou mais alto o seu temor
Menina que um dia encontrou
Motivo para não chorar
Naquela tarde chorou
Sozinha na chuva de pensamentos ficou
E seus sentimentos por aquele lobo
Tornaram lamentos
Arriscando matar todo aquele amor
E ao lobo já não sobrou
Porque ao passado não há volta
E enquanto a menina e o lobo
Permanecem distantes
Em cima do muro
Há um destino arteiro
Que criou confusão por ser festeiro
Aquele lobo ja foi guerreiro
Não morreu nem na flecha de um arqueiro
E decidiu ir em frente com seu amor
E mesmo que aquela bela menina
Dos olhos tão encantados
Venha a lhe dizer
Que já não é dona mais de seu amor
O lobo sabe
Que se o amor dos dois tiver que acabar
Que se o amor dos dois tiver que ser esquecido
Que se os seus olhares
Não se encontrarem
E nem mesmo suas mãos não mais tocarem
Ele terá ido até mesmo o fim
Para mostrar totalmente
Seu amor enfim.
Autor: Felipe Lopes
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