Fechar os meus olhos no escuro
Eu vejo a tua face nos meus sonhos
Posso ouvir o som de sua voz
Posso sentir o toque de suas mãos
As linhas se enchem de palavras
Posso sentir os sentimentos fluindo
Posso ouvir as batidas do meu coração
Pois sei... tu é a minha fonte de inspiração
...
Eu ouço vozes na minha mente
Vejo imagens dos meus sonhos
Sinto o cheiro da saudade
Que não me abandona
Sinto o sabor do tempo
Que não volta mais
Sinto a dor de feridas
Que jamais cicatrizarão
Sinto tudo isso aqui
Dentro do meu coração
E sei que teus olhos me observam
Sei que tua presença
Permanece ao meu lado
Sempre me trazendo... inspiração
...
Chegaste sem demora
E eu não vi a hora
Tu entrou tão decidida
Fez alegria na minha vida
E não precisou de despedida
Tua beleza é como o céu noturno
E em teus olhos eu vi um brilho
Senti calor ao segurar tua mão
E em teus olhos senti a emoção
Pensar em você
Me fez perder a razão
Mas posso dizer
Tu é minha fonte de inspiração
...
A força que rege as minhas palavras
Tornam em sentimentos profundos
Mais fortes do que esta imensidão
Banhados dentro da luz do luar
Encantando o brilho do olhar
Tornando a essência o meu cantar
Sentimentos que encontram
Os caminhos mais profundos do coração
Que fazem perder a razão
Sentimentos que encontram
Caminhos perto do mar
Percorrem o teu navegar
Esta é com exatidão
Toda minha inspiração.
Autor: Felipe Lopes
Pesquisar este blog
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Ao sabor do vento
Fecho meus olhos lentamente
Ouço as vozes sumindo
Sim... são vozes na minha cabeça
Que sensação é essa?
Que vem queimando no meu peito
Que vem surgindo de repente
Me da vontade de voar
Me da vontade de correr
Me da vontade de fugir
...
Eu sinto minhas mãos se moverem
Posso ouvir as vozes
Tentando me fazer gritar
Tentando sair...
Tentando serem livres
O vento sopra e beija minha face
Mantenho os meus olhos fechados
Mais um minuto e vou fugir daqui
Mais um segundo e serei livre
Como uma folha
Que se desprende de uma árvore
E voa sem destino
Ao sabor do vento
E voa lentamente
Ao sabor do vento
E voa...
...
Ainda de olhos fechados
Eu sinto meu coração acelerar
Sinto que tenho que ir com tudo dessa vez
E me desprender sem medo
Sem destino
E voar... voar sem medo de olhar
Sem medo do céu
Ao sabor do vento
Apenas de olhos fechados
Eu já não ouço mais as vozes
Já não penso mais em saudade
Já sinto muito perto da minha liberdade
Como uma folha que se desprende
E segue o curso do rio
Sem se preocupar com o destino
Autor: Felipe Lopes
Ouço as vozes sumindo
Sim... são vozes na minha cabeça
Que sensação é essa?
Que vem queimando no meu peito
Que vem surgindo de repente
Me da vontade de voar
Me da vontade de correr
Me da vontade de fugir
...
Eu sinto minhas mãos se moverem
Posso ouvir as vozes
Tentando me fazer gritar
Tentando sair...
Tentando serem livres
O vento sopra e beija minha face
Mantenho os meus olhos fechados
Mais um minuto e vou fugir daqui
Mais um segundo e serei livre
Como uma folha
Que se desprende de uma árvore
E voa sem destino
Ao sabor do vento
E voa lentamente
Ao sabor do vento
E voa...
...
Ainda de olhos fechados
Eu sinto meu coração acelerar
Sinto que tenho que ir com tudo dessa vez
E me desprender sem medo
Sem destino
E voar... voar sem medo de olhar
Sem medo do céu
Ao sabor do vento
Apenas de olhos fechados
Eu já não ouço mais as vozes
Já não penso mais em saudade
Já sinto muito perto da minha liberdade
Como uma folha que se desprende
E segue o curso do rio
Sem se preocupar com o destino
Autor: Felipe Lopes
Poeta
Ao som desta canção
Que lembra o teu coração
Eu encontrarei o caminho
Dentro desta imensidão
Escutarei tua história
Com muita atenção
E vou lhe dizer calmamente
Na força destas linhas
Com toda emoção
Mas preste atenção
Pois os olhos deste poeta
Trazem também solidão
...
Aquele que canta em palavras
Que sonha em delírios
Aquele que faz cada palavra
Trazer um sentimento
Que vem do pensamento
E as vezes também é lamento
Mas com entendimento
Pode ser sentida toda beleza
Com contentamento
Porque poeta é fazer parte
É ter no pensamento
O forte sentimento
E trazer a esperança
Até mesmo na lembrança
Até mesmo... na lembrança
...
Poeta é dono da chuva
É ter a voz forte como um trovão
Mas carregar consigo
Amor no coração
E também ter buracos
Também estar sangrando
Mesmo que tudo que reste
Seja o vazio
E longo caminho de solidão
Mas o poeta é dono da noite
E canta banhado na luz da lua
Fecha seus olhos
E ouve a canção do vento que passa
Conhece o caminho na imensidão
Mesmo que leve pra escuridão
...
E vai chegando o fim desta canção
E eu espero ter lhe dito com exatidão
Ser poeta é...
Muitas vezes sangrar
Ser forte como as ondas do mar
E guiado pela luz do luar
Mas sempre carregar em seu cantar
Sempre no seu caminhar
Levar a beleza de sonhar
Carregar o sentimento de amar
E poder ver tudo
Através do seu olhar.
Autor: Felipe Lopes
Que lembra o teu coração
Eu encontrarei o caminho
Dentro desta imensidão
Escutarei tua história
Com muita atenção
E vou lhe dizer calmamente
Na força destas linhas
Com toda emoção
Mas preste atenção
Pois os olhos deste poeta
Trazem também solidão
...
Aquele que canta em palavras
Que sonha em delírios
Aquele que faz cada palavra
Trazer um sentimento
Que vem do pensamento
E as vezes também é lamento
Mas com entendimento
Pode ser sentida toda beleza
Com contentamento
Porque poeta é fazer parte
É ter no pensamento
O forte sentimento
E trazer a esperança
Até mesmo na lembrança
Até mesmo... na lembrança
...
Poeta é dono da chuva
É ter a voz forte como um trovão
Mas carregar consigo
Amor no coração
E também ter buracos
Também estar sangrando
Mesmo que tudo que reste
Seja o vazio
E longo caminho de solidão
Mas o poeta é dono da noite
E canta banhado na luz da lua
Fecha seus olhos
E ouve a canção do vento que passa
Conhece o caminho na imensidão
Mesmo que leve pra escuridão
...
E vai chegando o fim desta canção
E eu espero ter lhe dito com exatidão
Ser poeta é...
Muitas vezes sangrar
Ser forte como as ondas do mar
E guiado pela luz do luar
Mas sempre carregar em seu cantar
Sempre no seu caminhar
Levar a beleza de sonhar
Carregar o sentimento de amar
E poder ver tudo
Através do seu olhar.
Autor: Felipe Lopes
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Sombra da lua
É noite de lua cheia
Dentro de incontáveis pensamentos
Me perco olhando o céu
Pensando nos teus temores
Sentindo os meus tremores
Enquanto a lua brilha no céu
Eu sinto que não estou sozinho
Me sinto observado
Pela sombra da lua
...
Você caminha em passos rapidos
Fugindo de seus fantasmas
Sentindo as tuas feridas
Olhando o teu passado
Percebendo que o tempo passou
E teu passado não passou
Tu olha para o céu
E vê a lua tão brilhante
Mas sabe que não está sozinha
Se sente observada
Pela sombra da lua
...
É noite de lua cheia
Eu estou perdido em pensamentos
Mas posso sentir o seu toque
Posso ver dentro do seu coração
Posso sentir sua solidão
A lua do seu olhar é mais escura
Como os dias que se passam
Se tornam sem sentido
Agora eu vejo a sua face
Agora eu sinto teus fantasmas
E vejo que não estamos sozinhos
Somos vigiados
Pela sombra da lua
Autor: Felipe Lopes
Dentro de incontáveis pensamentos
Me perco olhando o céu
Pensando nos teus temores
Sentindo os meus tremores
Enquanto a lua brilha no céu
Eu sinto que não estou sozinho
Me sinto observado
Pela sombra da lua
...
Você caminha em passos rapidos
Fugindo de seus fantasmas
Sentindo as tuas feridas
Olhando o teu passado
Percebendo que o tempo passou
E teu passado não passou
Tu olha para o céu
E vê a lua tão brilhante
Mas sabe que não está sozinha
Se sente observada
Pela sombra da lua
...
É noite de lua cheia
Eu estou perdido em pensamentos
Mas posso sentir o seu toque
Posso ver dentro do seu coração
Posso sentir sua solidão
A lua do seu olhar é mais escura
Como os dias que se passam
Se tornam sem sentido
Agora eu vejo a sua face
Agora eu sinto teus fantasmas
E vejo que não estamos sozinhos
Somos vigiados
Pela sombra da lua
Autor: Felipe Lopes
Meu sonho
Eu tive um sonho
Que me levou para longe
Em um tempo muito distante
Eu encontrei alguem
Que estava a caminhar
Sempre em direção do luar
E quando olhei para o céu
Eu vi estrelas brilhantes
Em um céu cintilante
E então me dei conta
De que meu sonho
Foi de uma epoca
Há muito tempo atrás
...
Tentei me aproximar dela
Era uma mulher formosa
Trajando um vestido claro
Claro como a luz do luar
Tingido com as estrelhas à brilhar
Seus passos eram leves
Como se estivesse a dançar
Mas era apenas o seu caminhar
E apenas silenciosamente
Eu estava a observar
No escuro silencioso da noite
Eu podia ouvir o som do vento uivar
...
Sua pele era clara como a lua
E seus labios vermelhos como as rosas
Seu olhar era da cor do mar
E eu estava silenciosamente encantado
E quanto mais proximo
Mais eu sentia ela sorrir
Um sorriso caloroso
Que me conduzia
Como em uma longa e eterna dança
...
Ao tocar-lhe a face
Apenas no silencio daquela noite de lua
Acordei do sonho
Sentindo ainda seu perfume
Sentindo ainda
Seu olhar belo como a luz do luar
Sentindo a saudade
De uma epoca
Que passou há muito tempo atrás.
Autor: Felipe Lopes
Que me levou para longe
Em um tempo muito distante
Eu encontrei alguem
Que estava a caminhar
Sempre em direção do luar
E quando olhei para o céu
Eu vi estrelas brilhantes
Em um céu cintilante
E então me dei conta
De que meu sonho
Foi de uma epoca
Há muito tempo atrás
...
Tentei me aproximar dela
Era uma mulher formosa
Trajando um vestido claro
Claro como a luz do luar
Tingido com as estrelhas à brilhar
Seus passos eram leves
Como se estivesse a dançar
Mas era apenas o seu caminhar
E apenas silenciosamente
Eu estava a observar
No escuro silencioso da noite
Eu podia ouvir o som do vento uivar
...
Sua pele era clara como a lua
E seus labios vermelhos como as rosas
Seu olhar era da cor do mar
E eu estava silenciosamente encantado
E quanto mais proximo
Mais eu sentia ela sorrir
Um sorriso caloroso
Que me conduzia
Como em uma longa e eterna dança
...
Ao tocar-lhe a face
Apenas no silencio daquela noite de lua
Acordei do sonho
Sentindo ainda seu perfume
Sentindo ainda
Seu olhar belo como a luz do luar
Sentindo a saudade
De uma epoca
Que passou há muito tempo atrás.
Autor: Felipe Lopes
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Ao teu lado
E mesmo quando
Tua ausencia for maior
E teus sentidos se perderem
Mesmo quando a onda de dor
Te enconbrir... e destruir
Mesmo quando não houver esperança
Nem mesmo a lembrança
E mesmo que os dias virem noite
E da noite restem trevas
Ao teu lado... eu permanecerei
...
Mesmo quando um brilho de olhar
Nada mais significar
E mesmo que anjos no céu
Esta canção deixem de cantar
Mesmo quando não se ouça mais
O barulho das ondas do mar
Nem mesmo existam
Estrelas brilhantes
Mesmo quando tua essência
Não for radiante
Mesmo assim...
Ao teu lado... eu permanecerei
...
E mesmo na terra de anjos caídos
Ou em trevas que demonios reinem
Mesmo que o céu finalmente
Seja tingido com o vermelho
Do sangue quente que escorre
Pelos buracos vazios
Do teu coração
E mesmo que venha a escuridão
E torne esta vastidão
Somente em solidão
Mesmo que tudo pareça em vão
Ao teu lado... eu permanecerei
...
E permanecerei
Até que a noite
Deixe de ser noite
Até que eu deixe de ser lobo
Deixe de ser guardião
Ao teu lado eu permanecerei
Até quando eu perca
O meu coração.
Autor: Felipe Lopes
Tua ausencia for maior
E teus sentidos se perderem
Mesmo quando a onda de dor
Te enconbrir... e destruir
Mesmo quando não houver esperança
Nem mesmo a lembrança
E mesmo que os dias virem noite
E da noite restem trevas
Ao teu lado... eu permanecerei
...
Mesmo quando um brilho de olhar
Nada mais significar
E mesmo que anjos no céu
Esta canção deixem de cantar
Mesmo quando não se ouça mais
O barulho das ondas do mar
Nem mesmo existam
Estrelas brilhantes
Mesmo quando tua essência
Não for radiante
Mesmo assim...
Ao teu lado... eu permanecerei
...
E mesmo na terra de anjos caídos
Ou em trevas que demonios reinem
Mesmo que o céu finalmente
Seja tingido com o vermelho
Do sangue quente que escorre
Pelos buracos vazios
Do teu coração
E mesmo que venha a escuridão
E torne esta vastidão
Somente em solidão
Mesmo que tudo pareça em vão
Ao teu lado... eu permanecerei
...
E permanecerei
Até que a noite
Deixe de ser noite
Até que eu deixe de ser lobo
Deixe de ser guardião
Ao teu lado eu permanecerei
Até quando eu perca
O meu coração.
Autor: Felipe Lopes
Escuridão do seu Coração
Eu busco a entrada da escuridão
Não... eu busco te encontrar
Nesta imensidão
Dentro das trevas do seu coração
Estou aqui buscando
Estou aqui pensando
Mas não estou te encontrando
Não temo este escuro
Não temo este barulho
Dos ventos que estão se perdendo
Do tempo que está parando
E quando anoitece
Não há nada alem da escuridão
Dentro da sua imensidão
...
Eu fecho os meus olhos um instante
E posso ouvir o choro...
Sinto sua alma gritando
Sentindo a dor... dia a dia
De quando suas asas foram arrancadas
Eu posso sentir o calor do teu sangue
Escorrendo pelos buracos do teu coração
E então eu apenas percebo
Que a noite é escura
E os dias... são dias de solidão
Ecoando em gritos
Dentro do seu coração
...
Eu me levanto e continuo o meu caminhar
Com olhos de lobo
Estando a observar
Meus olhos apenas se fecham
E não podem deixar de chorar
Sentindo teu coração sofrer
Pois está a sangrar
E não pode conter o sangue à escorrer
Pelos buracos vazios
Que os anos lhe infligiram
Porem eu abro os meus olhos
E olhando fixamente para o alto
E lutando contra a escuridão
Eu vejo o céu... de dentro do seu coração
...
Escuridão que tomou teu coração
E dentro da promessa não quebrada
Um uivo rompe suas fronteiras
Irrompendo através de tua alma
Passando por tuas asas quebradas
E sonhos partidos
Encontrando o teu sentimento
E parando no lamento de teus sonhos
...
Um dia sua vida lhe foi recusada
E um dia teu coração foi machucado
E incontáveis feridas
Fizeram sangrar tuas asas
E enquanto a rosa que lhe davam
Os espinhos te sufocavam
As espadas lhe cortavam
E os chicotes açoitavam
Até que teus olhos perderam o brilho
E tuas lagrimas secaram
E tua alma continuou a chorar
Até que mesmo os sonhos
Lhe recusaram
E se tornaram lamentos
No pior dos sentimentos
Lhe pisaram, maltrataram, acorrentaram
Dentro do pensamento seu
Até que em um suspiro...
Sua alma morreu.
Autor: Felipe Lopes
Não... eu busco te encontrar
Nesta imensidão
Dentro das trevas do seu coração
Estou aqui buscando
Estou aqui pensando
Mas não estou te encontrando
Não temo este escuro
Não temo este barulho
Dos ventos que estão se perdendo
Do tempo que está parando
E quando anoitece
Não há nada alem da escuridão
Dentro da sua imensidão
...
Eu fecho os meus olhos um instante
E posso ouvir o choro...
Sinto sua alma gritando
Sentindo a dor... dia a dia
De quando suas asas foram arrancadas
Eu posso sentir o calor do teu sangue
Escorrendo pelos buracos do teu coração
E então eu apenas percebo
Que a noite é escura
E os dias... são dias de solidão
Ecoando em gritos
Dentro do seu coração
...
Eu me levanto e continuo o meu caminhar
Com olhos de lobo
Estando a observar
Meus olhos apenas se fecham
E não podem deixar de chorar
Sentindo teu coração sofrer
Pois está a sangrar
E não pode conter o sangue à escorrer
Pelos buracos vazios
Que os anos lhe infligiram
Porem eu abro os meus olhos
E olhando fixamente para o alto
E lutando contra a escuridão
Eu vejo o céu... de dentro do seu coração
...
Escuridão que tomou teu coração
E dentro da promessa não quebrada
Um uivo rompe suas fronteiras
Irrompendo através de tua alma
Passando por tuas asas quebradas
E sonhos partidos
Encontrando o teu sentimento
E parando no lamento de teus sonhos
...
Um dia sua vida lhe foi recusada
E um dia teu coração foi machucado
E incontáveis feridas
Fizeram sangrar tuas asas
E enquanto a rosa que lhe davam
Os espinhos te sufocavam
As espadas lhe cortavam
E os chicotes açoitavam
Até que teus olhos perderam o brilho
E tuas lagrimas secaram
E tua alma continuou a chorar
Até que mesmo os sonhos
Lhe recusaram
E se tornaram lamentos
No pior dos sentimentos
Lhe pisaram, maltrataram, acorrentaram
Dentro do pensamento seu
Até que em um suspiro...
Sua alma morreu.
Autor: Felipe Lopes
Assinar:
Postagens (Atom)